O Efeito Manada abusivamente relançado a cada dia

 


Toda vez que um político levanta um inimigo fictício, comprovadamente, logo o povo repetirá o efeito manada:

O que é o efeito manada?

A psicologia estuda o efeito manada como um comportamento humano comum diante de atitudes coletivas. Ele representa a tendência apresentada pelas pessoas de replicarem as ações de um determinado grupo, em busca dos melhores resultados mediante a tomada de decisão.

Ele se aplica a diversos cenários no cotidiano, como o fato de a opinião pública poder ser alterada devido a posicionamentos de pessoas influentes. Esse comportamento também existe no mercado financeiro, em especial em relação aos investimentos.

Tá na minha Bíblia: Ninguém está autorizado para mentir que vai erradicar a corrupção. Chegará o dia quando só Jesus a eliminará, e aí vão petistas e bolsonaristas juntos para a queima de tudo o que não presta, e quem quer que defenda um lado desses, teria duplo castigo [Rm. 8. 18-25; Tg. 3. 1], por dividirem o Corpo de Cristo.

Quando o Efeito manada acontece?

Quando o discurso dos que geram esse comportamento massivo forçam um relato diferente do seguinte:

1.   Dignificação dos mais vulneráveis e mais maltratados e injustiçados

2.   A Ascensão social da Mulher

3.   A exteriorização não punitiva dos sexualmente diferentes

4.   O melhoramento econômico dos de classe meia e baixa

5.   A libertação de dependência da Nação, dos impérios

6.   A instauração da Laicidade

7.   A democratização da Justiça

Se não fosse o egoísmo e os interesses anti-pátria de certos governantes, nunca haveria de ter surgido mensalão nem petróleo nem surgirá mitolão.

O principal propósito do lançamento do efeito manada, é manter o povo calado, sujeito, anulado; a serviço da elite, e que os de baixo nunca subam. Quase ninguém sabe explicar os reais acontecimentos em torno dos exagerados males que assolam nossa pátria, e ao cair no efeito manada, se especializam em juízes injustos.  

Se tem um cidadão, um ser humano que nunca deveria cair nessa manipulação de massas, é o cristão, pois, haveria de ter tido experiência com o Evangelho do perdão, e do novo homem mas, mais interessa a eles hoje defender as experiências culturais dos que viram da Europa presumivelmente “fugindo do Comunismo”, e um “evangelho” sionista e não de Cristo, estuprando e obrigando o Estado Político adota-lo.    

A Bíblia não cultiva a corrupção mas, estabelece a finalidade do “Cesar”, e por separado a da “Igreja”. Como parte da Igreja, teria vergonha em falar aos pagãos e aos governantes políticos contra certos pecados, e muito pior contra pessoas, no estado atual e tradicional dessa “igreja”. Me dedico a Ela, defendendo os sete princípios listados aqui, [minimamente esses pontos] e não à apontar o cisco no olho dos “não igreja” sem tirar de nós os troncos de pecados e desumanidades.

Tito Berry  

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